O melhor político brasileiro chama-se Aécio Neves. Neto de Tancredo Neves, faz a capa da Veja esta semana porque dele depende muito resultado das presidenciais.
Em anterior análise antevi a neutralidade de Marina Silva, e dizia que um candidato que ganha S. Paulo e Minas Gerais vai para o Planalto.
Em S. Paulo, o berço do PSDB, partido de Fernando Henrique Cardoso e José Serra, este candidato só ganhou por 800 mil votos. Na última eleição, apoiado em Serra, Geraldo Alckmin obteve mais 3,6 milhões de votos do que Lula. Agora, Alckmin vai retribuir o favor e partir para cima para que a vantagem seja mais alargada.
Em Minas, Aécio fez uma campanha sensacional em prol do seu sucessor em Belo Horizonte, António Anastasia e deu-lhe uma vitória na primeira volta de mais de 60%. Mas nas presidenciais, Dilma ganhou aqui. Agora solto da luta pelo governo estadual, Aécio prepara-se para dar a volta e ganhar para o PSDB.
Aécio foi o gestor que tirou Minas da bancarrota com programas inovadores e boa política social. Para mim ele era o grande candidato, mas o PSDB uniu-se em torno de Serra.
Apesar de Dilma partir na frente é de Aécio que vai depnder muito o futuro próximo do Brasil.
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quinta-feira, 21 de outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Dilma/Serra: A segunda volta no Brasil
Dilma Roussef não conseguiu aquilo que nem o seu protector, Lula, conseguiu: vencer à primeira volta.
Dilma é fraquíssima, nunca tinha concorrido a nada, está mal preparada, não disse nada sobre como governará e apoiou-se apenas na popularidade do Presidente Lula. É um produto de marketing puro, um sabonete bem vendido por especialistas, basta ver a evolução da sua imagem para ver como é um joguete nas mãos de publicitários.
José Serra grande ministro da Saúde de Fernando henrique Cardoso, magnífico governador de S. Paulo fez uma campanha fraquíssima, entediante, sem entusiasmo e sem máquina popular de apoio.
Marina Silva foi a grande vencedora e será o fiel da balança com os 19% que obteve. A canção da sua campanha foi: «ela é da Silva/ela é da selva/ela é Marina/a gente é ela», conseguindo juventude e o apoio das classes mais elitistas.
Dilma continua favorita mas há algo que não podemos esquecer. Um candidato que tenha vitória em S. Paulo e Minas Gerais é muito dificilmente batido. Ora, o PSDB de Serra ganhou para o governo estadual no 1º turno em S. Paulo com Geraldo Alckmin (contra Aloizio Mercadante um nome forte do PT) e em Minas com António Anastasia (derrotou Hélio Costa do PT que chegou a assustar o PSDB e obrigou o governador cessante, o meu político brasileiro preferido, melhor candidato que Serra nesta eleição se o fosse, Aécio Neves, o político brasileiro mais popular depois de Lula, a fazer uma campanha notável levando o seu protegido Anastasia a uma boa vitória).
O PSDB conseguiu ainda Paraná, com Beto Richta, Pará, Tocatins e os seus aliados do DEM (ex-PFL) conseguiram vitórias no Rio Grande do Norte e Santa Catarina.
O PT que teve como candidato a vice na chapa de Dilma, Michel Temer do PMDB o mais importante e forte partido brasileiro, conseguiu duas retumbantes vitórias na Baía e Rio Grande do Sul e os seus aliados do PSB ganharam Rio de Janeiro (Sérgio cabral é popularíssimo), Pernanbuco (a maior vitória estadual foi a de Eduardo Campos) e Ceará. O PMDB manteve a família Sarney, Roseana, no Maranhão.
Assim, Serra terá agora dois cabos eleitorais fortíssimos: Alckmin e Aécio mas terá de fazer o seguinte: tem de atacar os casos de corrupção da entourage de Lula e Dilma. Pode elogiar suavemente o trabalho de Lula e alguns resultados, mas deve lembrar que Lula está a "surfar" nos indicadores económicos que Fernando Henrique Cardoso preparou com as suas reformas.
Serra tem uma figura mediaticamente difícil de melhorar, mas deve jogar a sua seriedade e credibilidade contra a tropa fandanga do PT que se popularizou com a corrupção, o mensalão, os dólares nas meias e cuecas. Deve dizer que Erenice, Dirceu, Delúbio não fazem parte da sua equipa. Que tem uma equipa dinâmica (para disfarçar a sua imagem mais pesada, daí também ter escolhido para vice um jovem) e bem preparada.
Por último, Serra tem de mostrar mais entusiasmo, o PSDB que é um partido de notáveis tem de contratar mais juventude e mais barulho para dar maior animação, e Serra, que é hipocondríaco e tem horror ao contacto com as multidões, não pode deixar passar que se faz acompanhar de um frasco de desinfectante para lavar as mãos depois dos contactos.
Os brasileiros gostam de samba, do toque, da familiaridade, do cumprimento. Serra tem de ser mais popular. Serra tem de ter muitas vezes ao seu lado Aécio e tem de atacar e recuperar no Rio de Janeiro e Porto Alegre. Aí o PV, partido de Marina, pode dar uma ajuda se Fernando Gabeira o apoiar no Rio. Na Baía o DEM tem de pôr a máquina da família de Magalhães a actuar forte e em Pernanbuco e no Nordeste não vai fazer nada, pois Lula e o PT por aí comandam.
E para terminar tem de concretizar o namoro com Marina Silva. Ainda ontem Serra lembrava que o PV sempre o apoiou em S. Paulo e Marina odeia de morte Dilma e saíu magoada do PT. Se ela apoiasse o PT os seus apoiantes não a perdoavam. Julgo que ela ficará neutra, mas os seus apoiantes não irão para Dilma. vai ser boa e vai aumentar a temperatura para o segundo turno. Sem esquecer que Lula ainda vai aparecer mais.
Dilma é fraquíssima, nunca tinha concorrido a nada, está mal preparada, não disse nada sobre como governará e apoiou-se apenas na popularidade do Presidente Lula. É um produto de marketing puro, um sabonete bem vendido por especialistas, basta ver a evolução da sua imagem para ver como é um joguete nas mãos de publicitários.
José Serra grande ministro da Saúde de Fernando henrique Cardoso, magnífico governador de S. Paulo fez uma campanha fraquíssima, entediante, sem entusiasmo e sem máquina popular de apoio.
Marina Silva foi a grande vencedora e será o fiel da balança com os 19% que obteve. A canção da sua campanha foi: «ela é da Silva/ela é da selva/ela é Marina/a gente é ela», conseguindo juventude e o apoio das classes mais elitistas.
Dilma continua favorita mas há algo que não podemos esquecer. Um candidato que tenha vitória em S. Paulo e Minas Gerais é muito dificilmente batido. Ora, o PSDB de Serra ganhou para o governo estadual no 1º turno em S. Paulo com Geraldo Alckmin (contra Aloizio Mercadante um nome forte do PT) e em Minas com António Anastasia (derrotou Hélio Costa do PT que chegou a assustar o PSDB e obrigou o governador cessante, o meu político brasileiro preferido, melhor candidato que Serra nesta eleição se o fosse, Aécio Neves, o político brasileiro mais popular depois de Lula, a fazer uma campanha notável levando o seu protegido Anastasia a uma boa vitória).
O PSDB conseguiu ainda Paraná, com Beto Richta, Pará, Tocatins e os seus aliados do DEM (ex-PFL) conseguiram vitórias no Rio Grande do Norte e Santa Catarina.
O PT que teve como candidato a vice na chapa de Dilma, Michel Temer do PMDB o mais importante e forte partido brasileiro, conseguiu duas retumbantes vitórias na Baía e Rio Grande do Sul e os seus aliados do PSB ganharam Rio de Janeiro (Sérgio cabral é popularíssimo), Pernanbuco (a maior vitória estadual foi a de Eduardo Campos) e Ceará. O PMDB manteve a família Sarney, Roseana, no Maranhão.
Assim, Serra terá agora dois cabos eleitorais fortíssimos: Alckmin e Aécio mas terá de fazer o seguinte: tem de atacar os casos de corrupção da entourage de Lula e Dilma. Pode elogiar suavemente o trabalho de Lula e alguns resultados, mas deve lembrar que Lula está a "surfar" nos indicadores económicos que Fernando Henrique Cardoso preparou com as suas reformas.
Serra tem uma figura mediaticamente difícil de melhorar, mas deve jogar a sua seriedade e credibilidade contra a tropa fandanga do PT que se popularizou com a corrupção, o mensalão, os dólares nas meias e cuecas. Deve dizer que Erenice, Dirceu, Delúbio não fazem parte da sua equipa. Que tem uma equipa dinâmica (para disfarçar a sua imagem mais pesada, daí também ter escolhido para vice um jovem) e bem preparada.
Por último, Serra tem de mostrar mais entusiasmo, o PSDB que é um partido de notáveis tem de contratar mais juventude e mais barulho para dar maior animação, e Serra, que é hipocondríaco e tem horror ao contacto com as multidões, não pode deixar passar que se faz acompanhar de um frasco de desinfectante para lavar as mãos depois dos contactos.
Os brasileiros gostam de samba, do toque, da familiaridade, do cumprimento. Serra tem de ser mais popular. Serra tem de ter muitas vezes ao seu lado Aécio e tem de atacar e recuperar no Rio de Janeiro e Porto Alegre. Aí o PV, partido de Marina, pode dar uma ajuda se Fernando Gabeira o apoiar no Rio. Na Baía o DEM tem de pôr a máquina da família de Magalhães a actuar forte e em Pernanbuco e no Nordeste não vai fazer nada, pois Lula e o PT por aí comandam.
E para terminar tem de concretizar o namoro com Marina Silva. Ainda ontem Serra lembrava que o PV sempre o apoiou em S. Paulo e Marina odeia de morte Dilma e saíu magoada do PT. Se ela apoiasse o PT os seus apoiantes não a perdoavam. Julgo que ela ficará neutra, mas os seus apoiantes não irão para Dilma. vai ser boa e vai aumentar a temperatura para o segundo turno. Sem esquecer que Lula ainda vai aparecer mais.
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quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Batalhas eleitorais
Este título veio por influência de um magnífico livro sobre comunicação política de um dos primeiros "marqueteiros" brasileiros, Chico Santa Rita.
Tenho observado, e vou continuar, o que se passa no Brasil, Inglaterra e França na luta pelas Presidenciais e nos dois últimos casos o que se passa nas esquerdas na oposição.
No Brasil sigo a força de Lula que com o seu carisma, e taxas de aprovação ao seu mandato altas, conseguiu impor uma candidata que é uma nulidade.
Se querem ver o que é um político incapaz, de plástico, totalmente manietado e criado pelos peritos em comunicação basta olhar para Dilma Roussef. É uma pena que o Brasil não escolha um homem com a envergadura e preparação de José Serra.
Não é um político de proximidade, de palmadas nas costas e cerveja no boteco, é um homem de integridade moral e política e com grande experiência em Brasília e no leme do estado de S. Paulo.
Claro que o Brasil é um grande país, rico e com um potencial e energia criativa quase sem igual. Mas Serra dá 100 a zero a Dilma. E seria muito melhor governado por ele.
Em Inglaterra o duelo dos irmãos Miliband não augura nada de bom para o Labour, Olho para os dois e não vejo o carisma de um Blair nem a força sólida de Gordon Brown. David é centrista, Edward está mais à esquerda e tem o apoio dos sindicatos. O segundo tem cometido mais erros. E a política actual depende mais de quem cometer o menor número de erros possíveis.
Em França, começa a guerra habitual pela candidatura presidencial. O PSF tem vários candidatos a lançar contra Sarkozy. O mais popular para os franceses é Dominique Strauss-Kahn, mas François Hollande, Laurent Fabius e as mulheres, Martine Aubry, líder do PSF e Sègoléne Royal também querem o Eliseu. Aqui, a confusão vai ajudar o mandato de Sarko.
Tenho observado, e vou continuar, o que se passa no Brasil, Inglaterra e França na luta pelas Presidenciais e nos dois últimos casos o que se passa nas esquerdas na oposição.
No Brasil sigo a força de Lula que com o seu carisma, e taxas de aprovação ao seu mandato altas, conseguiu impor uma candidata que é uma nulidade.
Se querem ver o que é um político incapaz, de plástico, totalmente manietado e criado pelos peritos em comunicação basta olhar para Dilma Roussef. É uma pena que o Brasil não escolha um homem com a envergadura e preparação de José Serra.
Não é um político de proximidade, de palmadas nas costas e cerveja no boteco, é um homem de integridade moral e política e com grande experiência em Brasília e no leme do estado de S. Paulo.
Claro que o Brasil é um grande país, rico e com um potencial e energia criativa quase sem igual. Mas Serra dá 100 a zero a Dilma. E seria muito melhor governado por ele.
Em Inglaterra o duelo dos irmãos Miliband não augura nada de bom para o Labour, Olho para os dois e não vejo o carisma de um Blair nem a força sólida de Gordon Brown. David é centrista, Edward está mais à esquerda e tem o apoio dos sindicatos. O segundo tem cometido mais erros. E a política actual depende mais de quem cometer o menor número de erros possíveis.
Em França, começa a guerra habitual pela candidatura presidencial. O PSF tem vários candidatos a lançar contra Sarkozy. O mais popular para os franceses é Dominique Strauss-Kahn, mas François Hollande, Laurent Fabius e as mulheres, Martine Aubry, líder do PSF e Sègoléne Royal também querem o Eliseu. Aqui, a confusão vai ajudar o mandato de Sarko.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Cartoon do ano
Este é seguramente um dos cartoons mais engraçados do anos. E como qualquer bom cartoon, com perspicácia, ironia e actualidade.
E o já famoso polvo também é candidato a uma das figuras do ano, diga-se de passagem.
O polvo deu Dilma. E porquê? Veja
PS; Vi esta «charge» como chamam os brasileiros aos cartoons, via Thatá Rodrigues no Facebook
E o já famoso polvo também é candidato a uma das figuras do ano, diga-se de passagem.
O polvo deu Dilma. E porquê? Veja
PS; Vi esta «charge» como chamam os brasileiros aos cartoons, via Thatá Rodrigues no Facebook
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quarta-feira, 21 de julho de 2010
«Rubriquei, não assinei»
Confesso que estou preocupado com o Brasil. Sendo um país maravilhoso, muitas vezes ainda é muito pouco esclarecido.
Com a possibilidade de ter um Presidente, pouco carismático é certo, mas de eleição, de categoria mundial, as sondagens mostram que a popularidade de Lula é mais forte que a preparação de José Serra.
Dilma é uma mulher que nem tinha sonhado ser candidata e nestas coisas da política o afâ, a vontade de ser, é muito importante.
Dilma é fraquíssima. A prova é a entrega dos programas eleitorais, em que a candidata provou, e reconheceu, que nem leu o programa. «Rubriquei, não assinei».
Dilma é um produto guiado por especialistas de marketing, teleguiado diariamente consoante o valor das sondagens. Serra tem ideias próprias e a sua maneira de encarar a política.
Serra não liga à imagem, Dilma foi toda retocada para passar melhor. Serra precisa de vitórias expressivas em S. Paulo e Minas Gerais, mas nos palanques para Governador o PT apostou forte para contrariar Alckmin (o candidato do PSDB) e a força de Aécio que se retira para senador nos dois Estados.
E para quem quiser espreitar e ver a imitação brasileira do Will I. Am, de Obama, já há um rapaz o Dilmaboy, que agora parece que virou para Serraboy. Para mais desenvolvimento das coisas do Brasil pode espreitar aqui.
Com a possibilidade de ter um Presidente, pouco carismático é certo, mas de eleição, de categoria mundial, as sondagens mostram que a popularidade de Lula é mais forte que a preparação de José Serra.
Dilma é uma mulher que nem tinha sonhado ser candidata e nestas coisas da política o afâ, a vontade de ser, é muito importante.
Dilma é fraquíssima. A prova é a entrega dos programas eleitorais, em que a candidata provou, e reconheceu, que nem leu o programa. «Rubriquei, não assinei».
Dilma é um produto guiado por especialistas de marketing, teleguiado diariamente consoante o valor das sondagens. Serra tem ideias próprias e a sua maneira de encarar a política.
Serra não liga à imagem, Dilma foi toda retocada para passar melhor. Serra precisa de vitórias expressivas em S. Paulo e Minas Gerais, mas nos palanques para Governador o PT apostou forte para contrariar Alckmin (o candidato do PSDB) e a força de Aécio que se retira para senador nos dois Estados.
E para quem quiser espreitar e ver a imitação brasileira do Will I. Am, de Obama, já há um rapaz o Dilmaboy, que agora parece que virou para Serraboy. Para mais desenvolvimento das coisas do Brasil pode espreitar aqui.
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sábado, 10 de abril de 2010
Serra vs. Dilma
José Serra lançou finalmente a sua candidatura à presidência do Brasil. E é o melhor candidato.
Grande governador de S. Paulo, magnífico secretário da Saúde de Fernando Henrique Cardoso, homem sério e íntegro, discreto mas eficiente.
Em comum com Dilma Roussef, a candidata do PT apoiada por Lula, tem a falta de carisma.
Não serão eleições espectaculares, mas vamos ver o que os magos do marketing político, Luis Gonzalez (de Serra) e João Santana (Dilma) terão para apresentar e no Brasil aprende-se sempre nesta área.
Grande governador de S. Paulo, magnífico secretário da Saúde de Fernando Henrique Cardoso, homem sério e íntegro, discreto mas eficiente.
Em comum com Dilma Roussef, a candidata do PT apoiada por Lula, tem a falta de carisma.
Não serão eleições espectaculares, mas vamos ver o que os magos do marketing político, Luis Gonzalez (de Serra) e João Santana (Dilma) terão para apresentar e no Brasil aprende-se sempre nesta área.
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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Lula e Dilma
No Congresso do PT vamos assistir à maior das manobras de promoção da democracia brasileira.
Lula meteu na cabeça que Dilma é que é. Que o Brasil ficará bem se ele for sucedido e governado por uma mulher.
Nesta fase promocional que já comecou, em que Dilma Roussef tem aparecido sempre nas grandes ocasiões com um presidente que os brasileiros amam, a ministra tem um grupo contra ela já no facebook e no twitter e tem estado carregada de "gaffes". E eu confesso que também não sou fâ.
É um jogo difícil, também de uma vida, de um homem que marcará a história do Brasil. Mas nesta fase, com carnaval à mistura e com um Big Brother Brasil 10, o mais arco-íris de sempre com três gays, dois pitbulls, uma dançarina de discoteca, um bom rapazinho, um casal apaixonado e uma dentista/boneca linda (a Fernanda) este congresso está ameaçado pela falta de atenção que pode despertar.
O melhor candidato no terreno é José Serra (o meu preferido seria Aécio Neves, governador de Minas Gerais), o magnífico governador de S. Paulo, com uma enorme tarimba e uma enorme popularidade.
O PSDB sonhou com a chapa puro-sangue, Serra/Aécio, S.Paulo/Minas (que garantiriam dois terços de dois dos Estados mais importantes) mas isso não irá acontecer. O PT sonha juntar as suas fichas com o melhor da organização partidária mais articulada o PMDB, mas será um combate difícil, numa das eleições mais interessantes de acompanhar para quem gosta de marketing político.
PS: tenho pena que o nosso amigo Nuno Gouveia esteja focado nos Estados Unidos, se não estiver e gostar do Brasil convido-o para escrever aqui sobre o nosso belo e fraterno país-irmão.
Lula meteu na cabeça que Dilma é que é. Que o Brasil ficará bem se ele for sucedido e governado por uma mulher.
Nesta fase promocional que já comecou, em que Dilma Roussef tem aparecido sempre nas grandes ocasiões com um presidente que os brasileiros amam, a ministra tem um grupo contra ela já no facebook e no twitter e tem estado carregada de "gaffes". E eu confesso que também não sou fâ.
É um jogo difícil, também de uma vida, de um homem que marcará a história do Brasil. Mas nesta fase, com carnaval à mistura e com um Big Brother Brasil 10, o mais arco-íris de sempre com três gays, dois pitbulls, uma dançarina de discoteca, um bom rapazinho, um casal apaixonado e uma dentista/boneca linda (a Fernanda) este congresso está ameaçado pela falta de atenção que pode despertar.
O melhor candidato no terreno é José Serra (o meu preferido seria Aécio Neves, governador de Minas Gerais), o magnífico governador de S. Paulo, com uma enorme tarimba e uma enorme popularidade.
O PSDB sonhou com a chapa puro-sangue, Serra/Aécio, S.Paulo/Minas (que garantiriam dois terços de dois dos Estados mais importantes) mas isso não irá acontecer. O PT sonha juntar as suas fichas com o melhor da organização partidária mais articulada o PMDB, mas será um combate difícil, numa das eleições mais interessantes de acompanhar para quem gosta de marketing político.
PS: tenho pena que o nosso amigo Nuno Gouveia esteja focado nos Estados Unidos, se não estiver e gostar do Brasil convido-o para escrever aqui sobre o nosso belo e fraterno país-irmão.
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sábado, 23 de janeiro de 2010
Lula e as favelas
A atravessar um bom momento económico, Lula já mandou avisar que quer acabar com as favelas até 2016, ano dos Jogos Olímpicos.
É uma tarefa de vulto, mas árdua.
Não esquecer que ali, no seu lado mais positivo já se desenvolveram comunidades, o que torna mais difícil a remoção social daquele microcosmos.
É um trabalho que pelo seu horizonte será realizado pelo próximo Presidente do Brasil, José Serra.
Um fantástico "ministro" da Saúde de Fernando Henrique Cardoso e um também não menos bom governador de S. Paulo, com taxas de popularidade altíssimas.
As favelas são uma mancha nas Public Relations do Brasil, como retratou brilhantemente José Padilha em "Tropa de Elite".
Por isso, será necessário uma acção de força que o mundo e, especialmente, o Rio de Janeiro agradece. Mas eu ainda pago para ver...
É uma tarefa de vulto, mas árdua.
Não esquecer que ali, no seu lado mais positivo já se desenvolveram comunidades, o que torna mais difícil a remoção social daquele microcosmos.
É um trabalho que pelo seu horizonte será realizado pelo próximo Presidente do Brasil, José Serra.
Um fantástico "ministro" da Saúde de Fernando Henrique Cardoso e um também não menos bom governador de S. Paulo, com taxas de popularidade altíssimas.
As favelas são uma mancha nas Public Relations do Brasil, como retratou brilhantemente José Padilha em "Tropa de Elite".
Por isso, será necessário uma acção de força que o mundo e, especialmente, o Rio de Janeiro agradece. Mas eu ainda pago para ver...
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