quinta-feira, 13 de março de 2014

Um ano do Papa simples

Quando escolheram um Papa argentino, foi uma surpresa. Ao contrário do seu antecessor, Joseph Ratzinger, um homem extremamente inteligente mas mais de bastidores, Jorge Bergoglio optou, como escreve o Expresso, por «escolher o nome de Francisco porque quer viver com simplicidade e defende uma Igreja próxima dos mais desprotegidos».

Num ano, granjeou simpatias, abriu a Igreja, pôs-se ao lado dos desfavorecidos, rompeu com a ortodoxia, assumiu a modéstia, tornou a sua religião "cool". Com gestos simples, tornou a Igreja mais humana. E é um grande comunicador de proximidade. Um ano agradável.

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