terça-feira, 28 de setembro de 2010

Para os consultores de comunicação e APECOM

Tano Cariddi, figura central da série O Polvo, viveu num manicómio e tinha ideias concretas sobre os seus companheiros de hospício.

Neste momento o mercado de Conselho em Comunicação em Portugal está a atravessar um momento de grande agitação, sobretudo no Facebook.

É um facto que é divertido, mas chegou a altura de alguém dizer que não é muito positivo. Tenho fama de ser agressivo nos meus posts, agradeço.

Tenho estado muito calmo a assistir a estes momentos, mas sugiro que reflictam e vejam alguns protagonistas se não se tornaram um problema em vez de uma solução. Quando assim é, devem tomar decisões. Pessoais e institucionais.

Com a troca de galhardetes, mais se impõe a necessidade de uma organização forte e unida que defenda os profissionais de Conselho em Comunicação, repito, os profissionais que são consultores, não falo de empresas. Já falei aqui da criação de uma Ordem dos Consultores de Comunicação, mas pode haver, naturalmente, alternativas válidas.

Neste momento entendo que a APECOM não defende os nossos interesses e aliás nem se pronunciou sobre as sugestões positivas e construtivas que aqui dei e que outros (dou exemplo bem claro da Guess What) também deram no passado.

Deixo uma nota positiva: António Cunha Vaz, para lá de uma entrevista muito agressiva que deu, vai apostar forte no Brasil.

Acredito que pode ter sucesso. O mercado brasileiro de comunicação tem uma componente assente na publicidade. Há espaço a emergir para consultoras de comunicação. Algo que deve estar na mente das empresas de Conselho em Comunicação portuguesas.

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