terça-feira, 17 de abril de 2012

O regresso de PPC e a demissão de Rui Paulo Figueiredo

Acredito na inocência de Paulo Pereira Cristóvão e depois de uma reunião de mais de nove horas, com a presença dele, tenho a certeza que deu garantias da sua inocência aos seus parceiros de direcção.

Sendo uma figura polémica, PPC não deixa de ser a figura mais forte desta direcção. E sem ele esta direcção seria fraquíssima. E PPC tem sido muito fiel a Godinho Lopes e o seu principal escudeiro.

Como expliquei, julgo que em primeira mão, num post intitulado «O caso Paulo Pereira Cristóvão», houve uma actuação de vingança da PJ contra ele neste caso. E cheira-me, pela minha experiência, que é dali que têm vindo todas as notícias que têm saído nos jornais. Isto é, quem está a tentar corroer PPC não é o sistema do futebol (aliás, é visível o silêncio de Benfica e Porto sobre este assunto), mas sim inimizades doutros tempos da sua área profissional. Para ser ainda mais claro, há uma linha directa da direcção nacional da PJ para os órgãos de comunicação social.

Mas há algo mais que quero acrescentar e só com factos:

-Domingo: CM- «Banca não quer PPC», segundo «fonte oficial dos leões».
-2a: Record - «Cartão vermelho para PPC», segundo «fonte próxima do presidente»
-2a: DN - «Elementos da direcção contra PPC», segundo «fonte oficial do Sporting»

Estas três notícias, entre outras, visaram aniquilar PPC e foram colocadas nos jornais por Rui Paulo Figueiredo, outro membro da direcção que agora fala sobre tudo e de nada sabe a não ser da Maçonaria e de dossiers sobre sócios e adeptos sportinguistas.

Uma direcção é colegial e deve ser solidária entre os seus. Com o regresso de PPC, a criatura que pôs estas notícias nos jornais tem de sair. Para lá de ter falhado o objectivo, mostrou falta de solidariedade e de princípios éticos que devem nortear quem gere o Sporting Clube de Portugal.

Isto só é possível, também, porque a liderança é fraca. Não tem autoridade e permite estas canalhices, de quem já se estava a preparar para ficar com os pelouros de PPC por mera sede de poder. Quem faz isto só tem um caminho, se lhe resta alguma dignidade: pedir a demissão dos cargos que ocupa e dedicar-se á sua vida política e Maçonaria.

Portanto, quando se fazem apelos à união e se criticam os «desestabilizadores», primeiro seria útil encontrar um fio condutor, escolher uma boa equipa, com qualidade e com princípios, e enfrentar o futuro de maneira mais forte. E com Rui Paulo Figueiredo varrido dos órgãos sociais do clube.

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