sexta-feira, 7 de setembro de 2012

O parolismo e a mentira do futebol português

Desde que fechou o mercado de transferências no futebol, a comunicação social tem dado demasiada tinta a uma guerra entre duas colectividades sobre quem fez a melhor venda de jogadores.

Uma dessas colectividades vai ter eleições e o presidente que ali permanece, depois de uma época miserável, quer puxar dos seus galões e fazer passar que vende melhor que uma equipa do Norte. Os lá de cima, querem mostrar que são os maiores vendedores, e após exibirem que fizeram muitas dezenas de milhões de vendas em alguns anos, não conseguem explicar como têm um passivo exorbitante.

Isto tudo não passa de uma guerra de alecrim e manjerona, feita para inglês ver e para iludir os adeptos do futebol que neste assunto da bola pecam por irracionalidade. É um sinal de parolismo e de pequenez dos dirigentes portugueses.

E a mentira continua a ser a palavra que define o futebol português. O castigo imposto a Jorge Jesus, de 15 dias de suspensão, foi escolhido exactamente neste momento quando só há jogos de selecções, logo, JJ não vai ter castigo nenhum. É por estas mentiras que a Federação não contribui nada para a transparência no futebol. A mentira continua a subsistir.

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