quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Vitor Gaspar não conhece os portugueses e o Governo humilha-os

Atónito, leio manchete do DN com entrevista a Vitor Gaspar: «Portugueses estão dispostos a fazer sacrifícios».

Mas a quem é que ele perguntou isso? Quem lhe deu o direito de dizer este disparate e esta mentira? Isto é pura prédica e retórica barata de pastor da IURD para tentar narcotizar os portugueses e para que eles permaneçam calmos, enquanto esta cabeça genial segue as suas medidas que aprendeu nos livros e que já estão provadas que não fazem sentido e são erradas.

Mas eu quero avisar o Governo e os "especialistas" do mesmo. Acham que os portugueses estão narcotizados, estão calmos, pacíficos, acham que podem continuar a fazer o que bem entendem a matar a economia, as empresas, mas mantendo intocáveis os grandes empresários e aqueles que lhes vão dar emprego dentro de pouco tempo?

Estão enganados. A humilhação contínua à alma dos cidadãos mostra que não os conhecem. Neste Governo estão batalhões de pessoas que não conhecem o País real, têm nojo dele, e nunca trabalharam.

Dou o exemplo do meu pai, uma pessoa de silêncios, calma e pacífica por natureza que falou comigo ao início da tarde e já partilhei o que ele me disse no meu mural para as 6 mil pessoas que me acompanham: ««andei na guerra do Ultramar e ainda tenho força para dar um tiro nesta corja. Trabalhei uma vida para inteira para estes FDP que nunca trabalharam na vida me virem agora roubar!».  É assim que está a classe média, é assim que estão os reformados, enfim, é assim que estão os portugueses.

Vitor Gaspar deve ter orgasmos com a Albãnia de Enver Hoxha. Cada um tem direito aos seus fetiches, mas não é este o fetiche dos portugueses. Portugal está a ser conduzido para a miséria, para a depressão.

O Governo está a perder todo o apoio, perdeu os líderes todos de opinião, nos media tradicionais e nas redes, e perdeu até os amigos porque não soube cuidar de ninguém. Hoje, como diria o Pedro Santos Guerreiro no seu brilhante editorial, só sobram as espadas. Contra o Governo.



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