sábado, 10 de julho de 2010

Dolce fare niente

A minha amiga Ana Marta, velha colega da Católica e excelente profissional, agora na Rádio Renascença pediu no Facebook para se descrever o que era o «dolce fare niente».

Vários amigos colaboraram, para algo que surgirá no programa da manhã, na segunda-feira.

Adoro as grandes frases dos outros, que coloco aqui nos meus oráculos. Não as procuro no Google, procuro-as nos meus livros, nos meus cadernos, nos filmes e séries que vejo. E algumas agora de outros amigos, que cito, no Facebook.

E sei que há muita gente que gosta e algumas pessoas, por mensagem, já me pediram para colocar uma todos os dias. Isso é que não irei fazer. Banalizava-as, assim, de vez em quando, tornam-se mais fortes e lapidares.

Mas também adoro criar as minhas frases. Para a Ana Marta, escrevi sobre o «dolce fare niente»:

«É estar tão sossegado sem fazer nada que até podes acariciar uma mosca».

E a comunicação das redes sociais aproxima mais as pessoas e é inspiradora. É um dos lados que adoro no facebook.

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