segunda-feira, 26 de julho de 2010

O preço da Floribela

Há certas coisas que eu considero ridículas. Aquilo das pessoas chamadas "colunáveis" cobrarem "cachets" para dar informações é uma delas.

Não me chocam as "presenças" nem os "embaixadores". Pois aí há o facto de espaços e marcas quererem retorno mediático, utilizando a imagem dessas pessoas ditas "colunáveis.

Agora, vender entrevistas e informações a troco de dinheiro, não é ilegal mas é deveras estranho.

Dirão, o mercado sente que pode comprar, porque as revistas "del corazón" que, então no Verão, estão em explosão nas praias portuguesas entre gelados e sandes, entre toldos e chapéus de sol, entre barrigas e celulites, consomem estas "informações".

É verdade. Mas ler que um agente luxemburguês exige consoante seja uma entrevista por mail, uma entrevista presencial ou uma entrevista com o casal, e fotos, de Luciana Abreu/Yannick Djaló um determinado montante é difícil de engolir.

A Floribela foi raínha das crianças, comunicava com elas por um blog onde, por esta altura no ano passado, anunciava que afinal «existia o príncipe encantado» (cito).

A Floribela foi perdendo fôlego, substituída por uma Luciana Abreu que se despiu para a FHM (uma das edições mais vendidas), mas nunca conseguiu fazer a transição para estrela dos mais adultos.

Vendia a imagem de menina boazinha, vinda de fora de Lisboa com a carreira feita a pulso. O merchandising da Floribela rendia milhões á SIC. Falava muito na família e nas crianças, mas acabou o seu estrelato.

Hoje, para ganhar umas coroas, tornou-se mercenária. Vende os retalhos da sua vida a revistas. Vamos ver como acabará a história.

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